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	<title>Instituto Girassol</title>
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		<title>VI Jornada de Atualização em Nutrição Pediátrica e IV Simpósio Internacional de Alergia Alimentar do Instituto Girassol</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 23:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Informações sobre temas centrais, trabalhos científicos e inscrições disponíveis !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informações sobre temas centrais, trabalhos científicos e inscrições disponíveis !</p>
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		<title>Vitamina B e óleo de peixe e câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 09:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuters Health Um novo estudo demonstrou que a suplementação de vitamina do complexo B ou ômega-3, em pacientes com história de doença cardiovascular, não provocou a redução do risco de desenvolvimento de câncer. O objetivo original do estudo foi testar o efeito do consumo de ômega-3, vitaminas do complexo B ou ambos sobre as doenças cardiovasculares em indivíduos com história de infarto ou acidente vascular cerebral. Para avaliar se a suplementação poderia levar a efeitos adicionais, também foi avaliado o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Um novo estudo demonstrou que a suplementação de vitamina do complexo B ou ômega-3, em pacientes com história de doença cardiovascular, não provocou a redução do risco de desenvolvimento de câncer.<br />
O objetivo original do estudo foi testar o efeito do consumo de ômega-3, vitaminas do complexo B ou ambos sobre as doenças cardiovasculares em indivíduos com história de infarto ou acidente vascular cerebral. Para avaliar se a suplementação poderia levar a efeitos adicionais, também foi avaliado o desenvolvimento de câncer.<br />
Os participantes foram divididos em quatro grupos: um grupo tomou 2 cápsulas de vitamina do complexo B ao dia, outro grupo tomou 2 cápsulas de ômega-3, o terceiro grupo tomou ambos suplementos e o quarto grupo tomou placebo. As cápsulas de vitaminas do complexo B eram uma mistura de 3mg de B6, 0.02mg de B12 e 0,5mg de ácido fólico. A oferta de ômega-3 correspondeu a 600mg ao dia, na proporção de EPA e DHA de 2:1. O acompanhamento foi realizado por cerca de 5 anos.<br />
Mais de 2000 participantes completaram o estudo e, destes, 174 desenvolveram câncer, sendo que 58 morreram em consequência da doença. Os participantes dos 2 grupos suplementados com vitaminas do complexo B apresentaram o mesmo risco de câncer do que os participantes que ingeriram placebo. De forma semelhante, os homens que tomaram ômega-3 apresentaram o mesmo risco de câncer do que os homens que tomaram placebo.<br />
Entretanto, entre as mulheres que tomaram ômega-3, o risco de câncer foi 3 vezes maior. Houve 21 casos de câncer no grupo que recebeu óleo de peixe, comparado com 8 casos no grupo placebo.<br />
Também se verificou que as mulheres do grupo que recebeu ômega-3 apresentaram 5 vezes mais chance de morrer de câncer em comparação com as mulheres do grupo placebo.<br />
Estes resultados devem ser interpretados com cautela e são necessários mais estudos para se formular recomendações populacionais.</p>
<p>Fonte: Andreeva VA, Touvier M, Kesse-Guyot E, Julia C, Galan P, Hercberg S. B Vitamin and/or ω-3 Fatty Acid Supplementation and Cancer: Ancillary Findings From the Supplementation With Folate, Vitamins B6 and B12, and/or Omega-3 Fatty Acids (SU.FOL.OM3) Randomized Trial. Arch Intern Med. 2012 Feb 13. doi:10.1001/archinternmed.2011.1450</p>
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		<title>Glúten na dieta</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 09:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[HealthDay News Realizar dietas sem glúten se tornou popular, mas uma nova análise sugere que muitas pessoas que param de ingerir glúten não precisam seguir tais recomendações. Diversos especialistas têm afirmado que essas dietas especiais podem melhorar problemas digestivos em pessoas que são sensíveis ao glúten. Alguns também relacionam a exclusão do glúten com a diminuição de dores de cabeça, fadiga, hiperatividade e sintomas de autismo. Entretanto, ao comparar o número de menções sobre a sensibilidade ao glúten no Google...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>HealthDay News</p>
<p>Realizar dietas sem glúten se tornou popular, mas uma nova análise sugere que muitas pessoas que param de ingerir glúten não precisam seguir tais recomendações.<br />
Diversos especialistas têm afirmado que essas dietas especiais podem melhorar problemas digestivos em pessoas que são sensíveis ao glúten. Alguns também relacionam a exclusão do glúten com a diminuição de dores de cabeça, fadiga, hiperatividade e sintomas de autismo.<br />
Entretanto, ao comparar o número de menções sobre a sensibilidade ao glúten no Google com o número de artigos científicos publicados sobre o assunto, pesquisadores italianos verificaram que as menções no Google superam as menções na literatura médica, em uma proporção de 4.598 para um.<br />
No estudo, publicado no fascículo de 21 de fevereiro, no Annals of Internal Medicine, os pesquisadores italianos explicam que o glúten se tornou o “novo vilão da dieta” nos Estados Unidos. Comerciantes americanos afirmam que 15% a 25% dos consumidores desejam alimentos sem glúten e estimativas populares sugerem que 17 milhões de americanos são sensíveis ao glúten. Entretanto, não há dados oficiais sobre a prevalência de sensibilidade ao glúten em pessoas que não apresentam doença celíaca.<br />
Pode ser que algumas pessoas apresentem sensibilidade não celíaca ao glúten, entretanto os autores alertam para a falta de evidências científicas quanto ao assunto. Além disso, em muitos casos, pode haver confusão com a síndrome do intestino irritável e a melhora com a dieta sem glúten pode ser resultado de efeito placebo, o qual pode ocorrer em até mais de 30% dos casos.<br />
A boa notícia é que a dieta isenta de glúten geralmente é considerada segura, mas é importante ter acompanhamento com nutricionista, para garantir as necessidades diárias de nutrientes. Uma das desvantagens está no custo da dieta, já que os alimentos sem glúten são mais caros do que os alimentos que o contêm.</p>
<p>Fonte: Di Sabatino A, Corazza GR. Nonceliac gluten sensitivity: sense or sensibility? Ann Intern Med. 2012 Feb 21;156(4):309-11.</p>
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		<title>Grelina e quimioterapia</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 20:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuters Health Um pequeno estudo japonês sugere que uma versão sintética do “hormônio da fome”, a grelina, possa ajudar na prevenção da perda de apetite em pacientes com câncer, submetidos à quimioterapia. Um dos medicamentos comumente utilizados no tratamento do câncer, a cisplatina, geralmente causa náuseas, vômitos e perda de apetite &#8211; devido à diminuição dos níveis de grelina. No estudo, os pesquisadores testaram os efeitos de infusões de grelina em 41 pacientes submetidos à tratamento com cisplatina, devido a câncer avançado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Um pequeno estudo japonês sugere que uma versão sintética do “hormônio da fome”, a grelina, possa ajudar na prevenção da perda de apetite em pacientes com câncer, submetidos à quimioterapia. Um dos medicamentos comumente utilizados no tratamento do câncer, a cisplatina, geralmente causa náuseas, vômitos e perda de apetite &#8211; devido à diminuição dos níveis de grelina. No estudo, os pesquisadores testaram os efeitos de infusões de grelina em 41 pacientes submetidos à tratamento com cisplatina, devido a câncer avançado no esôfago. Os pacientes foram divididos aleatoriamente em 2 grupos. Um grupo recebeu infusões de grelina, duas vezes ao dia, antes das refeições, durante uma semana de quimioterapia. O outro grupo recebeu infusões de solução salina. Ao final, os pacientes que receberam grelina apresentaram apetite melhor e conseguiram ingerir quase 50% mais calorias por dia, em comparação com os pacientes que receberam solução salina. No geral, mais da metade dos pacientes do grupo solução salina apresentaram náuseas e metade apresentou perda de apetite importante. No grupo grelina, náuseas ocorreram em 1 a cada 5 pacientes e perda de apetite em 1 a cada 6 pacientes.</p>
<p>Fonte: Cancer, online, 26 de Janeiro, 2012.</p>
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		<title>Gordura animal e diabetes gestacional</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/gordura-animal-e-diabetes-gestacional/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 19:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Mulheres que consumiram dieta rica em gordura animal e colesterol antes da gestação apresentaram maior risco de diabetes gestacional do que mulheres com menor consumo de gordura animal e colesterol, de acordo com estudo realizado por pesquisadores do National Institutes of Health e da Universidade de Harvard. Os pesquisadores avaliaram informações de mais de 13000 mulheres que participaram do estudo “Nurses&#8217; Health Study II”. As mulheres tinham entre 22 e 45 anos ao início do estudo. A cada 2...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ScienceDaily news</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mulheres que consumiram dieta rica em gordura animal e colesterol antes da gestação apresentaram maior risco de diabetes gestacional do que mulheres com menor consumo de gordura animal e colesterol, de acordo com estudo realizado por pesquisadores do National Institutes of Health e da Universidade de Harvard. Os pesquisadores avaliaram informações de mais de 13000 mulheres que participaram do estudo “Nurses&#8217; Health Study II”. As mulheres tinham entre 22 e 45 anos ao início do estudo. A cada 2 anos, responderam questionários sobre saúde em geral, estado de gestação e hábitos de vida, como consumo de álcool e fumo. Além disso, a cada 4 anos, responderam uma pesquisa extensa sobre os alimentos e bebidas consumidos. Cerca de 6% relataram ter apresentado diabetes gestacional. Os pesquisadores verificaram que as mulheres do maior quintil de consumo de gordura animal apresentaram quase o dobro do risco de diabetes gestacional, quando comparado com as mulheres do menor quintil. De forma semelhante, as mulheres do maior quintil de consumo de colesterol apresentaram 45% mais chance de desenvolver diabetes gestacional do que as mulheres do menor quintil. Dietas ricas em outros tipos de gordura não foram associadas com aumento do risco. Os pesquisadores concluíram que modificar 5% das calorias de gordura animal para fontes vegetais de lipídios pode diminuir o risco de diabetes gestacional em 7%.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: K. Bowers, D. K. Tobias, E. Yeung, F. B. Hu, C. Zhang. <strong>A prospective study of prepregnancy dietary fat intake and risk of gestational diabetes</strong>. American Journal of Clinical Nutrition, 2012; 95 (2): 446 DOI:<a href="http://dx.doi.org/10.3945/ajcn.111.026294" target="_blank">10.3945/ajcn.111.026294</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/pregnantcartoon.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-506" title="pregnantcartoon" src="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/pregnantcartoon.gif" alt="" width="260" height="232" /></a></p>
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		<title>Refrigerantes diet são ruins?</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/refrigerantes-diet-sao-ruins/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 19:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um novo estudo demonstra uma associação potencial entre o consumo diário de refrigerante diet e o risco de eventos vasculares. Foram analisados dados de 2564 participantes de um estudo desenhado para avaliar a incidência de acidente vascular cerebral, fatores de risco e prognóstico em uma população urbana multi-étnica. Os pesquisadores avaliaram a frequência de consumo de refrigerantes &#8211; diet e regular – e o número de eventos vasculares que ocorreram em um período de 10 anos. Aqueles que consumiram refrigerantes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ScienceDaily news</p>
<p style="text-align: justify;">Um novo estudo demonstra uma associação potencial entre o consumo diário de refrigerante diet e o risco de eventos vasculares. Foram analisados dados de 2564 participantes de um estudo desenhado para avaliar a incidência de acidente vascular cerebral, fatores de risco e prognóstico em uma população urbana multi-étnica. Os pesquisadores avaliaram a frequência de consumo de refrigerantes &#8211; diet e regular – e o número de eventos vasculares que ocorreram em um período de 10 anos. Aqueles que consumiram refrigerantes diet, diariamente, apresentaram 43% mais chance de ter eventos vasculares do que aqueles que não consumiram, após levar em consideração condições vasculares pré-existentes, como síndrome metabólica, diabetes e hipertensão. Aqueles que consumiram menos refrigerante diet (entre um por mês e 6 por semana) e aqueles que consumiram refrigerante regular não apresentaram aumento do risco de eventos vasculares. O mecanismo pelo qual o refrigerante diet afeta o risco de evento vascular ainda não está bem esclarecido, sendo necessários mais estudos para avaliar as consequências potenciais o consumo de refrigerante diet.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Hannah Gardener, Tatjana Rundek, Matthew Markert, Clinton B. Wright, Mitchell S. V. Elkind, Ralph L. Sacco. <strong>Diet Soft Drink Consumption is Associated with an Increased Risk of Vascular Events in the Northern Manhattan Study</strong>. Journal of General Internal Medicine, 2012; DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11606-011-1968-2" target="_blank">10.1007/s11606-011-1968-2</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/diet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-502" title="diet" src="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/diet.jpg" alt="" width="286" height="400" /></a></p>
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		<title>Fibras e diverticulose</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/fibras-e-diverticulose/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um novo estudo avaliou a relação entre ingestão de fibras e diverticulose. Desde o final da década de 60, recomenda-se uma dieta rica em fibras para regularizar os movimentos intestinais e reduzir o risco de diverticulose. Entretanto, poucos estudos foram conduzidos para suportar esta hipótese. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, foi realizado com dados de 2104 pacientes, entre 30 e 80 anos, que foram submetidos à colonoscopia entre 1998-2000. Os participantes foram entrevistados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ScienceDaily news</p>
<p><em> </em></p>
<p>Um novo estudo avaliou a relação entre ingestão de fibras e diverticulose. Desde o final da década de 60, recomenda-se uma dieta rica em fibras para regularizar os movimentos intestinais e reduzir o risco de diverticulose. Entretanto, poucos estudos foram conduzidos para suportar esta hipótese. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, foi realizado com dados de 2104 pacientes, entre 30 e 80 anos, que foram submetidos à colonoscopia entre 1998-2000. Os participantes foram entrevistados para avaliar a dieta, hábitos intestinais e o nível de atividade física. Os resultados demonstraram que uma dieta pobre em fibras não estava associada com maior prevalência de diverticulose assintomática. Na realidade, o estudo demonstrou que aqueles com o menor consumo de fibras apresentavam 30% menos chance de desenvolver divertículos do que aqueles com o maior consumo de fibras. O estudo também demonstrou que a constipação não foi um fator de risco para o desenvolvimento de diverticulose. Em relação aos hábitos intestinais, os indivíduos com mais do que 15 evacuações por semana apresentavam 70% mais probabilidade de desenvolver diverticulose do que aqueles com menos do que 7 evacuações por semana. Não houve associação entre diverticulose e inatividade física, ingestão de gorduras ou consumo de carnes vermelhas. A causa da doença ainda é desconhecida, mas os pesquisadores acreditam que a flora intestinal possa ter um papel causal. Embora ainda não seja possível estabelecer recomendações aos pacientes, estes resultados são encorajadores para a realização de novas pesquisas neste assunto.</p>
<p>Anne F. Peery, Patrick R. Barrett, Doyun Park, Albert J. Rogers, Joseph A. Galanko, Christopher F. Martin, Robert S. Sandler. <strong>A High-Fiber Diet Does Not Protect Against Asymptomatic Diverticulosis</strong>. <em>Gastroenterology</em>, 2011; DOI: 10.1053/j.gastro.2011.10.035</p>
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		<title>Consumo de frutose por adolescentes e risco cardiovascular</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/consumo-de-frutose-por-adolescentes-e-risco-cardiovascular/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um estudo envolvendo 559 adolescentes, entre 14 e 18 anos, correlacionou dietas ricas em frutose com aumento da pressão arterial, glicemia de jejum, resistência à insulina e fatores inflamatórios, os quais contribuem para as doenças cardiovasculares. Além disso, verificou-se diminuição de fatores protetores, como HDL colesterol e adiponectina. O efeito negativo foi maior entre os adolescentes que apresentavam excesso de gordura visceral. A frutose é encontrada em frutas e vegetais e também no xarope com alto teor de frutose,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ScienceDaily news</p>
<p>Um estudo envolvendo 559 adolescentes, entre 14 e 18 anos, correlacionou dietas ricas em frutose com aumento da pressão arterial, glicemia de jejum, resistência à insulina e fatores inflamatórios, os quais contribuem para as doenças cardiovasculares. Além disso, verificou-se diminuição de fatores protetores, como HDL colesterol e adiponectina. O efeito negativo foi maior entre os adolescentes que apresentavam excesso de gordura visceral. A frutose é encontrada em frutas e vegetais e também no xarope com alto teor de frutose, um produto muito utilizado em alimentos processados e bebidas e frequentemente consumidos por adolescentes. O seu metabolismo é diferente de outros açúcares e alguns subprodutos, especialmente do xarope com alto teor de frutose, podem ser prejudiciais ao organismo. O desenho deste estudo apresenta um aspecto singular, pois os pesquisadores também consideraram o consumo de frutose liberada do metabolismo da sacarose, o qual também deve ser considerado na avaliação de efeitos à saúde do consumo de frutose.</p>
<p>Referência: N. K. Pollock, V. Bundy, W. Kanto, C. L. Davis, P. J. Bernard, H. Zhu, B. Gutin, Y. Dong. <strong>Greater Fructose Consumption Is Associated with Cardiometabolic Risk Markers and Visceral Adiposity in Adolescents</strong>. <em>Journal of Nutrition</em>, 2011; 142 (2): 251 DOI: 10.3945/jn.111.150219</p>
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		<title>Dietas para controle de peso</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/dietas-para-controle-de-peso/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuters Health Ao comparar quatro tipos de dietas para controle de peso, um estudo demonstrou que o mais importante é a restrição calórica em si, ao invés da proporção de gorduras, carboidratos e proteínas. Pesquisadores de Louisiana distribuíram participantes do estudo, com sobrepeso ou obesos, em um dos quatro grupos de dietas: (1) teor normal de proteínas, baixo teor de gorduras, alto teor de carboidratos; (2) alto teor de proteínas, baixo teor de gorduras e alto teor de carboidratos; (3) teor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Ao comparar quatro tipos de dietas para controle de peso, um estudo demonstrou que o mais importante é a restrição calórica em si, ao invés da proporção de gorduras, carboidratos e proteínas. Pesquisadores de Louisiana distribuíram participantes do estudo, com sobrepeso ou obesos, em um dos quatro grupos de dietas: (1) teor normal de proteínas, baixo teor de gorduras, alto teor de carboidratos; (2) alto teor de proteínas, baixo teor de gorduras e alto teor de carboidratos; (3) teor normal de proteínas, alto teor de gorduras e baixo teor de carboidratos; (4) alto teor de proteínas, alto teor de gorduras e baixo teor de carboidratos.Cada dieta foi elaborada para eliminar 750 calorias por dia das necessidades diárias dos participantes. Após 6 meses e 2 anos do início da dieta, os pesquisadores verificaram o peso, massa magra e massa gorda dos participantes. Aos 6 meses, os participantes haviam perdido mais de 4kg de gordura e aproximadamente 2,2kg de massa magra. Após 2 anos, houve recuperação parcial do peso perdido e os participantes conseguiram manter perda de mais de 3,6kg do peso inicial, sendo que aproximadamente 1,35kg foram de gordura abdominal, o que corresponde a uma redução de mais de 7%. Os pesquisadores não verificaram diferença na perda de peso ou redução da gordura corporal entre os 4 tipos de dietas, entretanto, nem todos seguiram a dieta prescrita durante todo o estudo. Ao final de 2 anos, todos os 4 grupos estavam ingerindo 20% das calorias em proteínas, o que pode dificultar a interpretação dos resultados. O maior preditor da perda de peso foi a adesão ao tratamento. Isto é, os participantes que aderiram mais, perderam mais peso do que os que menos aderiram.</p>
<p>Fonte: American Journal of Clinical Nutrition, online 18 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Microbiota intestinal e alergias</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ScienceDaily News Um estudo realizado na Suécia demonstra que uma alta diversidade e variedade de bactérias no intestino protege as crianças contra alergias, ao contrario de gêneros isolados de bactérias. Na pesquisa, publicada no Journal of Allergy and Clinical Immunology, foram analisadas amostras de fezes de 40 crianças: 20 crianças com eczema atópico e anticorpos Imunoglobulina E ( IgE) para alimentos e outras 20 crianças do grupo controle, saudáveis. Por meio de exames de DNA, os pesquisadores identificaram gêneros de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>S<em>cienceDaily News</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Um estudo realizado na Suécia demonstra que uma alta diversidade e variedade de bactérias no intestino protege as crianças contra alergias, ao contrario de gêneros isolados de bactérias. Na pesquisa, publicada no Journal of Allergy and Clinical Immunology, foram analisadas amostras de fezes de 40 crianças: 20 crianças com eczema atópico e anticorpos Imunoglobulina E ( IgE) para alimentos e outras 20 crianças do grupo controle, saudáveis. Por meio de exames de DNA, os pesquisadores identificaram gêneros de bactérias presentes nas amostras.  Os resultados demonstraram que a diversidade foi significantemente maior em crianças saudáveis com um mês de idade, comparadas com as crianças que posteriormente desenvolveram alergias. A presença de determinados grupos pareceu ser particularmente importante: Proteobacteria correspondem a bactérias gram-negativas, associadas com proteção contra alergias e são comuns em crianças que crescem em fazendas com gado; Bacteroides parecem conter a inflamação.  Ao contrário de outros estudos, as Bifidobacteria não pareceram exercer efeito protetor.  A composição da microflora intestinal durante as primeiras semanas de vida parece ser crítica para o desenvolvimento do sistema imunológico. Na ausência de estímulo suficiente de diferentes bactérias, o sistema pode reagir excessivamente contra antígenos inofensivos do ambiente, como os alimentos. O risco de desenvolvimento de asma na idade escolar para crianças que apresentam alergias alimentar é 5 a 6 vezes superior.</em></p>
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