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		<title>Grelina e quimioterapia</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 20:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuters Health Um pequeno estudo japonês sugere que uma versão sintética do “hormônio da fome”, a grelina, possa ajudar na prevenção da perda de apetite em pacientes com câncer, submetidos à quimioterapia. Um dos medicamentos comumente utilizados no tratamento do câncer, a cisplatina, geralmente causa náuseas, vômitos e perda de apetite &#8211; devido à diminuição dos níveis de grelina. No estudo, os pesquisadores testaram os efeitos de infusões de grelina em 41 pacientes submetidos à tratamento com cisplatina, devido a câncer avançado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Um pequeno estudo japonês sugere que uma versão sintética do “hormônio da fome”, a grelina, possa ajudar na prevenção da perda de apetite em pacientes com câncer, submetidos à quimioterapia. Um dos medicamentos comumente utilizados no tratamento do câncer, a cisplatina, geralmente causa náuseas, vômitos e perda de apetite &#8211; devido à diminuição dos níveis de grelina. No estudo, os pesquisadores testaram os efeitos de infusões de grelina em 41 pacientes submetidos à tratamento com cisplatina, devido a câncer avançado no esôfago. Os pacientes foram divididos aleatoriamente em 2 grupos. Um grupo recebeu infusões de grelina, duas vezes ao dia, antes das refeições, durante uma semana de quimioterapia. O outro grupo recebeu infusões de solução salina. Ao final, os pacientes que receberam grelina apresentaram apetite melhor e conseguiram ingerir quase 50% mais calorias por dia, em comparação com os pacientes que receberam solução salina. No geral, mais da metade dos pacientes do grupo solução salina apresentaram náuseas e metade apresentou perda de apetite importante. No grupo grelina, náuseas ocorreram em 1 a cada 5 pacientes e perda de apetite em 1 a cada 6 pacientes.</p>
<p>Fonte: Cancer, online, 26 de Janeiro, 2012.</p>
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		<title>Gordura animal e diabetes gestacional</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 19:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Mulheres que consumiram dieta rica em gordura animal e colesterol antes da gestação apresentaram maior risco de diabetes gestacional do que mulheres com menor consumo de gordura animal e colesterol, de acordo com estudo realizado por pesquisadores do National Institutes of Health e da Universidade de Harvard. Os pesquisadores avaliaram informações de mais de 13000 mulheres que participaram do estudo “Nurses&#8217; Health Study II”. As mulheres tinham entre 22 e 45 anos ao início do estudo. A cada 2...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ScienceDaily news</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mulheres que consumiram dieta rica em gordura animal e colesterol antes da gestação apresentaram maior risco de diabetes gestacional do que mulheres com menor consumo de gordura animal e colesterol, de acordo com estudo realizado por pesquisadores do National Institutes of Health e da Universidade de Harvard. Os pesquisadores avaliaram informações de mais de 13000 mulheres que participaram do estudo “Nurses&#8217; Health Study II”. As mulheres tinham entre 22 e 45 anos ao início do estudo. A cada 2 anos, responderam questionários sobre saúde em geral, estado de gestação e hábitos de vida, como consumo de álcool e fumo. Além disso, a cada 4 anos, responderam uma pesquisa extensa sobre os alimentos e bebidas consumidos. Cerca de 6% relataram ter apresentado diabetes gestacional. Os pesquisadores verificaram que as mulheres do maior quintil de consumo de gordura animal apresentaram quase o dobro do risco de diabetes gestacional, quando comparado com as mulheres do menor quintil. De forma semelhante, as mulheres do maior quintil de consumo de colesterol apresentaram 45% mais chance de desenvolver diabetes gestacional do que as mulheres do menor quintil. Dietas ricas em outros tipos de gordura não foram associadas com aumento do risco. Os pesquisadores concluíram que modificar 5% das calorias de gordura animal para fontes vegetais de lipídios pode diminuir o risco de diabetes gestacional em 7%.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: K. Bowers, D. K. Tobias, E. Yeung, F. B. Hu, C. Zhang. <strong>A prospective study of prepregnancy dietary fat intake and risk of gestational diabetes</strong>. American Journal of Clinical Nutrition, 2012; 95 (2): 446 DOI:<a href="http://dx.doi.org/10.3945/ajcn.111.026294" target="_blank">10.3945/ajcn.111.026294</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/pregnantcartoon.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-506" title="pregnantcartoon" src="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/pregnantcartoon.gif" alt="" width="260" height="232" /></a></p>
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		<title>Refrigerantes diet são ruins?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 19:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um novo estudo demonstra uma associação potencial entre o consumo diário de refrigerante diet e o risco de eventos vasculares. Foram analisados dados de 2564 participantes de um estudo desenhado para avaliar a incidência de acidente vascular cerebral, fatores de risco e prognóstico em uma população urbana multi-étnica. Os pesquisadores avaliaram a frequência de consumo de refrigerantes &#8211; diet e regular – e o número de eventos vasculares que ocorreram em um período de 10 anos. Aqueles que consumiram refrigerantes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ScienceDaily news</p>
<p style="text-align: justify;">Um novo estudo demonstra uma associação potencial entre o consumo diário de refrigerante diet e o risco de eventos vasculares. Foram analisados dados de 2564 participantes de um estudo desenhado para avaliar a incidência de acidente vascular cerebral, fatores de risco e prognóstico em uma população urbana multi-étnica. Os pesquisadores avaliaram a frequência de consumo de refrigerantes &#8211; diet e regular – e o número de eventos vasculares que ocorreram em um período de 10 anos. Aqueles que consumiram refrigerantes diet, diariamente, apresentaram 43% mais chance de ter eventos vasculares do que aqueles que não consumiram, após levar em consideração condições vasculares pré-existentes, como síndrome metabólica, diabetes e hipertensão. Aqueles que consumiram menos refrigerante diet (entre um por mês e 6 por semana) e aqueles que consumiram refrigerante regular não apresentaram aumento do risco de eventos vasculares. O mecanismo pelo qual o refrigerante diet afeta o risco de evento vascular ainda não está bem esclarecido, sendo necessários mais estudos para avaliar as consequências potenciais o consumo de refrigerante diet.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Hannah Gardener, Tatjana Rundek, Matthew Markert, Clinton B. Wright, Mitchell S. V. Elkind, Ralph L. Sacco. <strong>Diet Soft Drink Consumption is Associated with an Increased Risk of Vascular Events in the Northern Manhattan Study</strong>. Journal of General Internal Medicine, 2012; DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11606-011-1968-2" target="_blank">10.1007/s11606-011-1968-2</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/diet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-502" title="diet" src="http://www.girassolinstituto.org.br/wp-content/uploads/2012/02/diet.jpg" alt="" width="286" height="400" /></a></p>
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		<title>Fibras e diverticulose</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um novo estudo avaliou a relação entre ingestão de fibras e diverticulose. Desde o final da década de 60, recomenda-se uma dieta rica em fibras para regularizar os movimentos intestinais e reduzir o risco de diverticulose. Entretanto, poucos estudos foram conduzidos para suportar esta hipótese. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, foi realizado com dados de 2104 pacientes, entre 30 e 80 anos, que foram submetidos à colonoscopia entre 1998-2000. Os participantes foram entrevistados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ScienceDaily news</p>
<p><em> </em></p>
<p>Um novo estudo avaliou a relação entre ingestão de fibras e diverticulose. Desde o final da década de 60, recomenda-se uma dieta rica em fibras para regularizar os movimentos intestinais e reduzir o risco de diverticulose. Entretanto, poucos estudos foram conduzidos para suportar esta hipótese. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, foi realizado com dados de 2104 pacientes, entre 30 e 80 anos, que foram submetidos à colonoscopia entre 1998-2000. Os participantes foram entrevistados para avaliar a dieta, hábitos intestinais e o nível de atividade física. Os resultados demonstraram que uma dieta pobre em fibras não estava associada com maior prevalência de diverticulose assintomática. Na realidade, o estudo demonstrou que aqueles com o menor consumo de fibras apresentavam 30% menos chance de desenvolver divertículos do que aqueles com o maior consumo de fibras. O estudo também demonstrou que a constipação não foi um fator de risco para o desenvolvimento de diverticulose. Em relação aos hábitos intestinais, os indivíduos com mais do que 15 evacuações por semana apresentavam 70% mais probabilidade de desenvolver diverticulose do que aqueles com menos do que 7 evacuações por semana. Não houve associação entre diverticulose e inatividade física, ingestão de gorduras ou consumo de carnes vermelhas. A causa da doença ainda é desconhecida, mas os pesquisadores acreditam que a flora intestinal possa ter um papel causal. Embora ainda não seja possível estabelecer recomendações aos pacientes, estes resultados são encorajadores para a realização de novas pesquisas neste assunto.</p>
<p>Anne F. Peery, Patrick R. Barrett, Doyun Park, Albert J. Rogers, Joseph A. Galanko, Christopher F. Martin, Robert S. Sandler. <strong>A High-Fiber Diet Does Not Protect Against Asymptomatic Diverticulosis</strong>. <em>Gastroenterology</em>, 2011; DOI: 10.1053/j.gastro.2011.10.035</p>
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		<title>Consumo de frutose por adolescentes e risco cardiovascular</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/consumo-de-frutose-por-adolescentes-e-risco-cardiovascular/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ScienceDaily news Um estudo envolvendo 559 adolescentes, entre 14 e 18 anos, correlacionou dietas ricas em frutose com aumento da pressão arterial, glicemia de jejum, resistência à insulina e fatores inflamatórios, os quais contribuem para as doenças cardiovasculares. Além disso, verificou-se diminuição de fatores protetores, como HDL colesterol e adiponectina. O efeito negativo foi maior entre os adolescentes que apresentavam excesso de gordura visceral. A frutose é encontrada em frutas e vegetais e também no xarope com alto teor de frutose,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ScienceDaily news</p>
<p>Um estudo envolvendo 559 adolescentes, entre 14 e 18 anos, correlacionou dietas ricas em frutose com aumento da pressão arterial, glicemia de jejum, resistência à insulina e fatores inflamatórios, os quais contribuem para as doenças cardiovasculares. Além disso, verificou-se diminuição de fatores protetores, como HDL colesterol e adiponectina. O efeito negativo foi maior entre os adolescentes que apresentavam excesso de gordura visceral. A frutose é encontrada em frutas e vegetais e também no xarope com alto teor de frutose, um produto muito utilizado em alimentos processados e bebidas e frequentemente consumidos por adolescentes. O seu metabolismo é diferente de outros açúcares e alguns subprodutos, especialmente do xarope com alto teor de frutose, podem ser prejudiciais ao organismo. O desenho deste estudo apresenta um aspecto singular, pois os pesquisadores também consideraram o consumo de frutose liberada do metabolismo da sacarose, o qual também deve ser considerado na avaliação de efeitos à saúde do consumo de frutose.</p>
<p>Referência: N. K. Pollock, V. Bundy, W. Kanto, C. L. Davis, P. J. Bernard, H. Zhu, B. Gutin, Y. Dong. <strong>Greater Fructose Consumption Is Associated with Cardiometabolic Risk Markers and Visceral Adiposity in Adolescents</strong>. <em>Journal of Nutrition</em>, 2011; 142 (2): 251 DOI: 10.3945/jn.111.150219</p>
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		<title>Dietas para controle de peso</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reuters Health Ao comparar quatro tipos de dietas para controle de peso, um estudo demonstrou que o mais importante é a restrição calórica em si, ao invés da proporção de gorduras, carboidratos e proteínas. Pesquisadores de Louisiana distribuíram participantes do estudo, com sobrepeso ou obesos, em um dos quatro grupos de dietas: (1) teor normal de proteínas, baixo teor de gorduras, alto teor de carboidratos; (2) alto teor de proteínas, baixo teor de gorduras e alto teor de carboidratos; (3) teor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Ao comparar quatro tipos de dietas para controle de peso, um estudo demonstrou que o mais importante é a restrição calórica em si, ao invés da proporção de gorduras, carboidratos e proteínas. Pesquisadores de Louisiana distribuíram participantes do estudo, com sobrepeso ou obesos, em um dos quatro grupos de dietas: (1) teor normal de proteínas, baixo teor de gorduras, alto teor de carboidratos; (2) alto teor de proteínas, baixo teor de gorduras e alto teor de carboidratos; (3) teor normal de proteínas, alto teor de gorduras e baixo teor de carboidratos; (4) alto teor de proteínas, alto teor de gorduras e baixo teor de carboidratos.Cada dieta foi elaborada para eliminar 750 calorias por dia das necessidades diárias dos participantes. Após 6 meses e 2 anos do início da dieta, os pesquisadores verificaram o peso, massa magra e massa gorda dos participantes. Aos 6 meses, os participantes haviam perdido mais de 4kg de gordura e aproximadamente 2,2kg de massa magra. Após 2 anos, houve recuperação parcial do peso perdido e os participantes conseguiram manter perda de mais de 3,6kg do peso inicial, sendo que aproximadamente 1,35kg foram de gordura abdominal, o que corresponde a uma redução de mais de 7%. Os pesquisadores não verificaram diferença na perda de peso ou redução da gordura corporal entre os 4 tipos de dietas, entretanto, nem todos seguiram a dieta prescrita durante todo o estudo. Ao final de 2 anos, todos os 4 grupos estavam ingerindo 20% das calorias em proteínas, o que pode dificultar a interpretação dos resultados. O maior preditor da perda de peso foi a adesão ao tratamento. Isto é, os participantes que aderiram mais, perderam mais peso do que os que menos aderiram.</p>
<p>Fonte: American Journal of Clinical Nutrition, online 18 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Microbiota intestinal e alergias</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/microbiota-intestinal-e-alergias/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ScienceDaily News Um estudo realizado na Suécia demonstra que uma alta diversidade e variedade de bactérias no intestino protege as crianças contra alergias, ao contrario de gêneros isolados de bactérias. Na pesquisa, publicada no Journal of Allergy and Clinical Immunology, foram analisadas amostras de fezes de 40 crianças: 20 crianças com eczema atópico e anticorpos Imunoglobulina E ( IgE) para alimentos e outras 20 crianças do grupo controle, saudáveis. Por meio de exames de DNA, os pesquisadores identificaram gêneros de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>S<em>cienceDaily News</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Um estudo realizado na Suécia demonstra que uma alta diversidade e variedade de bactérias no intestino protege as crianças contra alergias, ao contrario de gêneros isolados de bactérias. Na pesquisa, publicada no Journal of Allergy and Clinical Immunology, foram analisadas amostras de fezes de 40 crianças: 20 crianças com eczema atópico e anticorpos Imunoglobulina E ( IgE) para alimentos e outras 20 crianças do grupo controle, saudáveis. Por meio de exames de DNA, os pesquisadores identificaram gêneros de bactérias presentes nas amostras.  Os resultados demonstraram que a diversidade foi significantemente maior em crianças saudáveis com um mês de idade, comparadas com as crianças que posteriormente desenvolveram alergias. A presença de determinados grupos pareceu ser particularmente importante: Proteobacteria correspondem a bactérias gram-negativas, associadas com proteção contra alergias e são comuns em crianças que crescem em fazendas com gado; Bacteroides parecem conter a inflamação.  Ao contrário de outros estudos, as Bifidobacteria não pareceram exercer efeito protetor.  A composição da microflora intestinal durante as primeiras semanas de vida parece ser crítica para o desenvolvimento do sistema imunológico. Na ausência de estímulo suficiente de diferentes bactérias, o sistema pode reagir excessivamente contra antígenos inofensivos do ambiente, como os alimentos. O risco de desenvolvimento de asma na idade escolar para crianças que apresentam alergias alimentar é 5 a 6 vezes superior.</em></p>
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		<title>Magnésio e acidente vascular cerebral</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reuters Health Dietas ricas em magnésio podem auxiliar a diminuir o risco de acidente vascular cerebral (AVC), diz estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Foi realizada uma análise de 7 estudos publicados nos últimos 14 anos, com cerca de 250.000 pessoas dos Estados Unidos, Europa e Ásia, os quais foram acompanhados, em média, por 11.5 anos. Cerca de 6500 participantes, ou 3%, apresentaram AVC durante o acompanhamento. As análises dos resultados demonstraram que para cada 100 miligramas extras de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p style="text-align: justify;">Dietas ricas em magnésio podem auxiliar a diminuir o risco de acidente vascular cerebral (AVC), diz estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Foi realizada uma análise de 7 estudos publicados nos últimos 14 anos, com cerca de 250.000 pessoas dos Estados Unidos, Europa e Ásia, os quais foram acompanhados, em média, por 11.5 anos. Cerca de 6500 participantes, ou 3%, apresentaram AVC durante o acompanhamento. As análises dos resultados demonstraram que para cada 100 miligramas extras de magnésio consumido por dia, o risco de AVC isquêmico diminuiu em 9%. Os pesquisadores enfatizaram que a análise foi realizada em relação ao consumo de alimentos ricos em magnésio e não recomendam que se inicie a suplementação de magnésio como forma de prevenção de AVC. O magnésio está presente em verduras, frutas oleaginosas, feijões e grãos integrais, o que pode levantar a hipótese de que outros fatores da dieta possivelmente contribuíram para os resultados. Portanto, são necessários outros estudos para avaliar se o magnésio isoladamente tem algum papel na redução do risco de AVC.</p>
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		<title>Ácidos graxos trans</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reuters Health Um pequeno estudo clínico sugere que os ácidos graxos trans naturalmente encontrados na dieta, como em carnes e laticínios, podem não ser prejudiciais. Os pesquisadores acompanharam 61 mulheres saudáveis, que consumiram uma dieta rica em ácidos graxos trans naturais (manteiga enriquecida com ácidos graxos trans), por 4 semanas e consumiram manteiga “controle”, com cerca de um terço da quantidade de ácidos graxos trans, por mais 4 semanas. Todos os outros componentes da dieta (calorias, proteínas, fibras e outros tipos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuters Health</p>
<p>Um pequeno estudo clínico sugere que os ácidos graxos trans naturalmente encontrados na dieta, como em carnes e laticínios, podem não ser prejudiciais. Os pesquisadores acompanharam 61 mulheres saudáveis, que consumiram uma dieta rica em ácidos graxos trans naturais (manteiga enriquecida com ácidos graxos trans), por 4 semanas e consumiram manteiga “controle”, com cerca de um terço da quantidade de ácidos graxos trans, por mais 4 semanas. Todos os outros componentes da dieta (calorias, proteínas, fibras e outros tipos de gorduras) eram iguais nas duas dietas. Os pesquisadores não verificaram mudanças no LDL colesterol das mulheres seguindo dieta rica em ácidos graxos trans; em apenas algumas mulheres que estavam acima do peso, houve pequenas mudanças no HDL colesterol, com diminuição de 5%, em média, embora tenha permanecido nos níveis desejáveis. Existem poucos estudos sobre os efeitos dos ácidos graxos trans naturais, sendo que o único estudo prévio com mulheres demonstra aumento do LDL colesterol pelo consumo de ácidos graxos trans. O estudo foi publicado online, no American Journal of Clinical Nutrition, em 28 de dezembro de 2011.</p>
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		<title>Nota de esclarecimento: “O Instituto Girassol não vende e não indica locais de venda de fórmulas infantis especiais, dietas enterais e insumos para alimentação e nutrição”</title>
		<link>http://www.girassolinstituto.org.br/nota-de-esclarecimento-o-instituto-girassol-nao-vende-e-nao-indica-locais-de-venda-de-formulas-infantis-especiais-dietas-enterais-e-insumos-para-alimentacao-e-nutricao/</link>
		<comments>http://www.girassolinstituto.org.br/nota-de-esclarecimento-o-instituto-girassol-nao-vende-e-nao-indica-locais-de-venda-de-formulas-infantis-especiais-dietas-enterais-e-insumos-para-alimentacao-e-nutricao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Girassol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretoria do Instituto Girassol]]></description>
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